O que faz a Jean-Marie Charles Consultancy Services?
Assessoramos governos, investidores e empresas em expansão internacional, diplomacia corporativa, entrada em mercados e inteligência de negócio. Desde 2017, ajudámos clientes em mais de 18 países e cinco continentes a entrar em mercados complexos, construir parcerias estratégicas e proteger os seus interesses em ambientes politicamente sensíveis.
Que mercados e regiões abrangem?
Atuamos no Golfo, em toda a região MENA, na Europa, na África Ocidental, Oriental e Central, na Índia, na China, na Turquia, na Mongólia e na Ásia Central, combinando inteligência no terreno com relações de alto nível nas esferas governamental, financeira e industrial.
O que é a diplomacia corporativa e por que é importante?
A diplomacia corporativa é a gestão rigorosa das relações com governos, reguladores e partes interessadas para que os objetivos comerciais e o interesse público avancem em conjunto. É importante porque o acesso a mercados, as licenças e a reputação dependem cada vez mais da forma como uma empresa gere as expectativas políticas e regulatórias, e não apenas da força da sua oferta.
Quem são os vossos clientes habituais?
Diretores executivos, presidentes, ministérios, autoridades de investimento e fundos soberanos, family offices, firmas de private equity e bancos de desenvolvimento, bem como empresas e PME em expansão internacional. Cada projeto é conduzido ao mais alto nível, com total confidencialidade e orientado para resultados.
Como abordam a entrada num novo mercado?
Começamos com uma inteligência rigorosa sobre o panorama político, regulatório e concorrencial, identificamos e verificamos os parceiros locais adequados, estruturamos a entrada para proteger o controlo e a propriedade intelectual, e gerimos as relações que determinam se as aprovações e os contratos se concretizam de facto.
Como gerem o risco político e de país, e a confidencialidade?
Fornecemos inteligência de alerta precoce, avaliações de risco de país e político, inteligência regulatória e due diligence, convertendo sinais em decisões. Os mandatos são tratados com estrita confidencialidade e os estudos de caso são anonimizados, para que os clientes possam abordar os assuntos mais sensíveis com total discrição.